domingo, 27 de março de 2011

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Você me aponta com os olhos, eu te respondo com um sorriso
A canção que tem o seu nome causa um arrepio...
Cada nota é representada num acorde perfeito
Quando os seus olhos são motivos de cada composição
Ai! Fica fácil dizer que neste momento a felicidade nos toca
Como o beijo cálido da manhã que desperta com os primeiros raios de sol...

Quando se torna inevitável sorrir,
Só me resta segurar firme as tuas mãos...
Caminhar em passos sem medida
Intercalar em abraços sem pressa,
Presentear em coração...
E acalentar as lágrimas que brotam em emoção

O mundo parece certo, mas é preciso ler nas suas linhas tortas
E descobrir que alguma coisa falta para que o meu mundo seja um dia completo...
São momentos que relampejam durante o dia
É o bastante para atordoar quem não pode agüentar te esperar
Quem não mais suporta viver longe do seu abraço
Mesmo te tendo ao meu lado
Como pode estar tão longe, estando sempre perto?

O transtorno da sua falta é suficiente pra acordar no meio da madrugada
Para te escrever nestas linhas...
O que vejo são argumentos espalhados pelo chão
São palavras soltas que busco em alguns verbos algum sentido...
Sinto um vento ruidoso cortar a alma e vulnerabilizar um coração sem rumo
Nasce um sentimento que escorre pelas pedras
E jorra aos litros, sem que isto cause perturbação...

Em alguns momentos as palavras foram lançadas em campos
Que só serviam de esconderijo da mediocridade...
Mas o mundo é feito de momentos que se superam como páginas dos livros que escrevemos
Cada momento é um quadro que não me interessa quantas cores
Quando o que importou perde a graça o que sobra é o ridículo...

Não me peça para explicar o que aqui é escrito...
Apenas uma coisa eu passo dizer
Que não sei em que vielas se escondem tais palavras
Apenas sei que elas saem durante o dia inteiro
E se juntam em papel em algum momento...
Para expressar o que até hoje eu continuo sem saber explicar...

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